Aos 35, após doze anos liderando pessoas dentro de uma das maiores corporações do Marrocos, Jad Sanhaji foi embora. Não da ambição — mas em direção a algo que ele ainda não conseguia nomear. Ele colocou uma câmera e um caderno na mochila e partiu sozinho.
Ao longo de dois anos, ele passou por Turquia, Jordânia, Índia, Ladakh, Nepal, Vietnã, Laos, Malásia e pelas remotas Ilhas Mentawai, na Indonésia. Ele não estava em busca de paisagens bonitas. Ele estava em busca de si mesmo — e encontrando, em toda parte, o mesmo fio humano essencial.
Essa jornada — Projet 35 — tornou-se a mitologia fundadora da ROÛH. Enraizada na filosofia sufi, em que روح significa alma, sopro e o que permanece quando tudo é retirado, a ROÛH nasceu de uma convicção simples: transformação não é um destino. É o que acontece no caminho.
Hoje, Jad desenha e lidera expedições pela Indonésia, Nepal, Camboja, Índia e Marrocos — não como operador de turismo, mas como guia no sentido original da palavra: alguém que já percorreu o caminho antes de você.